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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

World of Warcraft: O Jogo de Aventura - Eu quero!


Enquanto eu estava me roendo por dentro pelo fato de ainda não ter conseguido comprar O Um Anel, clamado RPG que foi recentemente lançado em versão nacional, a Devir me surpreende com o lançamento de World of Warcraft: O Jogo de Aventura, o jogo de tabuleiro do fodastico MMORPG da Blizzard.


Na caixa de World of Warcraft: O Jogo de Aventura contém o Livro de Regras; o Tabuleiro de Jogo; 16 Cartas de Personagem; 92 Cartas de Habilidade; 48 Cartas de Missão; 16 Cartas de Troféu; 160 Cartas de Desafio; 3 Dados especiais; 4 Figuras de Plástico; 10 Marcadores de Encontro; 20 Marcadores de Descoberta; 32 Marcadores de Dano; 4 Marcadores de Mochila; Marcadores de Diário de Missões; 36 Marcadores de Personagem; 4 Suportes de Baralho.

Ele pode ser jogado por 2 a 4 jogadores e as partidas duram em média entre 90 e 120 minutos, o jogo está totalmente traduzido para o português e é indicado para maiores de 14 anos.


O jogo já esta a venda na loja virtal da Devir por R$162,00 e com frete grátis. Infelizmente o Um Anel ficara para próxima, junto com meu almoço e a viajem de carnaval, porque EU ESTOU PREPARADO!

sábado, 27 de outubro de 2012

É hoje! Old Dragon Day 2012


Finalmente chegou o dia. O dia de celebrar mais um ano de vida do sistema de RPG mais simpático do Brasil. Hoje é o Old Dragon Day, dia em comemoramos o aniversário do Old Dragon RPG, o sistema de rpg de aventuras clássicas capa e espada old school da Redbox Editora.

Ontem o pessoal da Redbox disponibilizou personagens prontos para a aventura. Clique aqui e já vai pensando qual você prefere.

E é claro que eu não irei ficar de fora dessa festa. Apesar de morar no interior da Bahia e aqui não tem praticamente ninguém que jogue OD (ou pelo menos não que eu conheça) eu irei reunir uma galera esperta para participar dessa festa em uma mesa online utilizando o programa nacional RRPG Firecast e também o aplicativo de browser Roll20, além é claro do bom e velho Skype.

A jogatina esta prevista para começar as 20h. A mesa esta praticamente fechada mas fique atento! Caso alguns dos meus jogadores por um acaso não aparecer, a vaga ficara aberta para quem estiver interessado em jogar a aventura. Deixe aqui nos comentários desse post seu nome, e-mail e skype para que possamos avisa-lo. Fique ligado também na sala no RRPG Firecast, Velhas Masmorras e Dragões.

Então qualquer coisa nos vemos mais tarde.

Valeu e até mais

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Dica de bons programas para jogar RPG de Mesa Online

Nem todo mundo tem amigos próximos para poder organizar a boa e velha mesa de RPG aos sábados a tarde. Esse foi o meu caso quando eu sai de minha cidade e fui morar no interior. A solução encontrada foi jogar RPG de Mesa Online, utilizando programas que facilitam a jogatina como chats com roladores de dados, fichas dinâmicas e em alguns casos com o próprio sistema de regras inserida no programa. Além disso é sempre bom utilizar também um programa que facilita o chat de voz, nesse caso o Skype é unanime.

Segue abaixo minhas sugestões de programas que facilitam o jogo de RPG de mesa pela internet:


1. Fantasy Grounds II

Sem sombra de dúvidas esse é  programa mais completo para jogar RPG tradicional de mesa online. Nele você tem uma caixa de chats, dados em 3D perfeitos, tabuleiro customizável, fichas, tokens, etc. O grande diferencial desse programa é que você pode configurar packs com conjuntos de regras dos principais sistemas de RPG, como D&D 3.5, 4E, Storyteller entre outros, que facilita a vida tanto de mestres como de jogadores. Exemplo: quando você digita na ficha do monstro ou do personagem "+4 vs AC" o programa converte automaticamente o seu texto em uma espécie de atalho. Ao selecionar um inimigo no battlegrid (que também é customizável) e clicar duas vezes no "atalho" do ataque, ele já rola automaticamente os dados, compara o resultado com a AC do inimigo e informa se o ataque teve sucesso ou não. Além disso, alguns sistemas possuem suas regras simplificadas em "livros digitais" já com esses atalhos prontos, deixando para o jogados apenas o trabalho de arrastrar as informações para ficha.

O único problema é que essa mamata toda tem um preço: $39,00 obamas para uma única pessoa utilizar ou a versão Ultimante, que deixa a conta sem restrição de uso, podendo aceitar qualquer número de jogadores, mesmo sem a Licença, pelo valor de $149,00 obamas. Para mais informações acesse http://www.fantasygrounds.com/.


2. RRPG Firecast

O Firecast é um programa brasileiro desenvolvido por AlyssonRPG. Ele é uma rede de bate-papo, onde é possivel criar "mesas" (alguma coisa parecida com salas de chat do mirc). É possível deixar sua mesa aberta para que outros usuários do programa acessem sua sala e se tornem novos jogadores. A mesa possui rolador de dados e fichas, que podem ser customizadas a depender do sistema jogado. Para poder utilizar o programa basta acessar http://www.rrpg.com.br/ e se cadastrar. Existe 2 tipos de contas: Silver que é gratuita e a Gold, que custa incríveis R$ 2,00 (Isso mesmo, DOIS reais) por mês, que além de ajudar a manter o servidor do Firecast online, você tem acesso a alguns adicionais, como uma mesa de som para adicionar mais emoção ao jogo e um Battlergrid interativo. Para mais informações é só acessar http://www.rrpg.com.br/.


3. Roll20

Esse é o programa que eu estou utilizando atualmente. Ainda em versão beta, o Roll20 é um aplicativo de browser (ou navegador para os internautas) que conta com sala de chat, canal de voz e de vídeo (para quem tem webcam), rolador de dados 3D, um robusto sistema de battlegrid para poder montar mapas de combate com 3 camadas (background, token e camada exclusiva para o mestre), um organizador de turnos, buscador de tokens pela internet, uma mesa de som que busca músicas disponibilizadas no soundcloud e uma infinidade de outras coisas. O melhor de tudo é que esse aplicativo é inteiramente gratuito, basta acessar o site, cadastrar, criar sua mesa e passar o link para seus jogadores. Para mais informações acesse http://roll20.net/.

Esses são os 3 programas que eu recomendo. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. Se você possui um grupo regular, que leva a sério a jogatina, eu recomendo o grupo fazer uma vaquinha e comprar o Fantasy Grounds, onde até mesmo a interface do programa ajuda na imersão do jogo.
Se você esta em busca de novos jogadores, o RRPG Firecast é a melhor opção. Lá você irá encontrar pessoas dispostas a jogar RPG em qualquer horário, e é um ótimo canal para conhecer novos jogadores.
Mas se você está em busca de custo beneficio, o Roll20 é para você (e para mim). A ferramente de elaboração de mapas conquista qualquer mestre, sem fala que é um aplicativos gratuito e roda em praticamente todos os navegadores, o que torna viável o jogo para quem é usuário de Macs e Linux, já que os dois programas acima rodam apenas em Windows.

Espero que tenham gostado das minhas dicas. Se você conhece algum outro programa deixe aqui nos comentários para que eu dê uma olhadinha, eu sou muito entusiasta com novidades e sempre estou disposto a testar essas tranqueiras.


Valeu e até +

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Estou voltando!

Olá Pessoas! Eu sou Paulo Koi e estou voltando para o Nerd Dendê agora com alguns leveis a mais. Além de continuar postando minhas experiências com as mesas de RPG que eu mestro e minhas frustações dos jogos de video-game que eu vou jogando, iremos ter algumas novidades, muitas delas multimídias. Isso mesmo, agora teremos podcasts e vídeocasts aqui no Nerd Dendê.

Então é isso. Por enquanto vou chegando de leve sem muito alarde, mas é muito bom estar de volta.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Diablo III - Em português - e em pré-venda agora em disco.

Tem alguns meses que eu tenho tido muito pouco tempo para me manter atualizado nas noticias. E buscando informações e vendo videos sobre Diablo III CATABUUUUUMMM dei de cara com uma bomba! O game será lançando 100% EM PORTUGUÊS.

Seguindo a linha da Blizzard, que nos seus últimos lançamentos (Stacraft II e World of Warcraft - Cataclyms) fizeram a localização dos jogos para o Português do Brasil, incluindo legendas e dublagens, que diga-se de passagem, com os melhores dubladores do país, Diablo III também ganhará uma versão dublada e legendada. Infelizmente somente a versão de PC terá essa regalia. Sabe o que isso significa? Que eu NUNCA irei comprar um Mac!

Continuando a falar de Diablo III, eles estão dando uma movimentada bacana no site deles. A cada semana eles  publicam um hotsite com detalhes de cada uma das classes, até o momento já foram 3 classes: O Caçador de Demônios na primeira semana, Bárbaro na semana passada e agora é a vez do Monge com videos já dublados. Além disso existem diversos concurso e promoções que vão premiar os jogadores com itens exclusivos.

E para finalizar (chega de Diablo III) o game já está em pré-venda na versão em disco e quem comprar ainda leva uma Camiseta. Já comprei essa versão para a minha Digníssima (claro que a camiseta será minha) e ainda estou aguardando o anúncio da pré-venda da versão de colecionador. Se demorar muito eu vou comprar na gringa.

Veja abaixo os videos já dublados detalhando os hérois.





segunda-feira, 16 de abril de 2012

Cansei de contar quadrados. Vou voltar para o d20 Old School


Em 2011 resolvi mudar de vida. Joguei tudo para cima e me mudei para o interior, deixando família, amigos e namorada na capital com o objetivo de prosperar em uma cidade que já está prosperando. Após alguns meses, batendo papo com um dos meus primos nerds pela internet, surgiu a possibilidade de encurtar a distancia e amenizar a saudade: "Vamos montar uma mesa online de RPG". Havia muitos anos que eu não mestrava. As idéias transbordando pela cabeça, o grupo já formado, mas então veio a dúvida: Qual sistema irei utilizar?

Eu tinha ouvido falar que há alguns anos sobre o lançamento da 4ª edição do Dungeons & Dragons, RPG por qual eu comecei e mestrei todas as minhas campanhas, lá no D&Dzinho da Grow, passando pelo AD&D e finalizando ainda na edição 3.0 (quando saiu a versão 3.5 eu já tinha parado). Então resolvi arriscar: Se for para recomeçar que seja do zero! Comecei a pesquisar sobre a edição, ver os feedbacks dos jogadores, ler comentários, reviews e reportes de sessão. Muitos estavam entusiasmados com o retorno da jogabilidade do D&Dzinho, outros enfurecidos porque o sistema ficou truncado, recheado de regras que tornaram o jogo mais parecido com um wargame. Escolhi seguir pelo caminho do pessoal que havia gostado do sistema e resolvi dar uma chance a ele.

Comprei o livro, comecei a ler e a empolgação só aumentava: "É um MMORPG de papel! As classes são definidas por funções!". Pra mim, que tinha passado os últimos anos viciadasso no World of Warcraft, era um prato cheio ter um RPG tradicional de mesa recheado de características de um MMORPG. O livro do Mestre é revolucionário. Nunca foi tão fácil pensar e montar masmorras, criar encontros, pensar em estratégias de combates e etc. Em pouquíssimo tempo tudo estava pronto para começar a jogar e a expericencia inicial foi otima.

Ferramentas úteis, poderes super-bacanas para todos os lados, lutas bem equilibradas, xp rolando solto, personagens upando. Tudo muito empolgante, mas aos poucos eu estava começando a sentir falta de alguma coisa, talvez porque eu estava mestrando online. Arranjei um grupo aqui na cidade e, como o objetivo de testar o sistema e as minhas habilidades como mestre, resolvi repetir a mesma aventura. Fiz um battlegrid, providenciei tokens impressos, dados novos, argolas de tampinhas de refrigerante para representar as marcações e poderes, assinei o D&D Insider para ter acesso a mais ferramentas e publicações, baixei aplicativos para celular e o escambau. Mais uma vez o inicio foi empolgante, batalhas rolando solta, xp adoidado e a galera subindo de nível. Contudo algumas coisas começaram a atrapalhar o andamento do RPG, e depois de 6 meses mestrando tanto online quanto presencial, o rpg parou. Hoje, 6 meses após a última sessão, tendo na minha lembrança as minhas sessões de 10 anos atras e essas últimas eu acho que cheguei a uma conclusão: Cansei de contar quadradinhos.

Mestrando D&D 3.0 "à caralha" (foda-se as regras, o que importa é contar história e dar risada), somente com as fichas na mão, amigos na mesa e idéias explodindo na cabeça, eu pude proporcionar boas aventuras, cenas antológicas lembradas até hoje por quem estava na mesa: Personagens pulando da torre e caindo no lago para escapar da bola de fogo, ou um dos ladinos mas azarados bêbado se aliando aos Orcs para derrubar o próprio grupo, ou até mesmo plot-twists como a grande revelação do real vilão fizeram parte de minhas aventuras de D&D. Essas reuniões e os bate-papos que ela proporcionarão ainda hoje fazem parte da minha vida, tanto que ainda essa semana que passou eu relembrei e recontei histórias de aventuras antigas para amigos novos.

Com a 4e por outro lado tínhamos todos os aparatos para fazer o jogo como descrito no livro: Grid de batalha, cartões, tokens e miniaturas e a assinatura do D&D Insider. Devo assumir que essas ferramentas facilitaram infinitamente o trabalho do mestre. O pré-jogo era um negócio muito divertido, o ritual para montar os encontros, com combates e armadilhas. Contudo o jogo ficou demasiadamente prático e matemático demais. Basicamente o jogo ficou: contar quadadrinhos, jogar dados e causar danos e contar quadrados. Muito desse marasmo se dá, talvez, pelo meu hiato como mestre, já que passei muitos anos sem jogar, e talvez pelo meu amadurecimento, já que há 10 anos atrás eu tinha desprendimento social de fazer coisas (como brincar de corre nú bebado pelas ruas da cidade) que talvez eu já não faça hoje. Esse talvez seja o lado ruim da vida adulta.

Por outro lado pode ser sim um problema do sistema truncando, que te prende ao livro de regras por elas serem tão bem explicadinhas e faça você esquecer todo o resto do que realmente envolve o RPG. Tive um pouco dessa certeza ao ensinar a minha digníssima a jogar RPG. Para isso eu escolhi o PocketDragon, versão de bolso o sistema BR Old Dragon. Eu poucos minutos desenvolvi uma aventura  solo muito simples para ela, onde as regras eram adaptadas na hora de usa-las. Poucos minutos depois um casal de amigos chegou em minha casa, se juntaram a ela e a diversão foi até tarde da noite. Fiquei animadasso, tentei inserir o 4e nessa galera mas a coisa não fluiu.

E agora, com a necessidade de voltar ao mundo de fantasias aflorando, resolvi tirar da prateleira o livro do Tormenta RPG, que eu havia comprado há uns dois anos por ser muito fã do cenário, mas que acabei não jogando. Folheando as páginas fui voltando comecei a voltar tempo, lembrando da época em que as regras eram deixadas de lado e pensando mais na diversão e nas besteiras de rolavam em uma mesa de RPG, ainda mais em um cenário mais galhofado como Tormenta (onde todas as minhas melhores aventuras se passaram).

De fato o que muita gente vai dizer por ai que o que faz uma boa mesa de RPG não é o sistema, mas sim o mestre e os jogadores. Em parte isso é verdade (já que um dos fracassos da minha experiencia com 4e foram jogadores que queriam levar a coisa muito na ponta do lápis) mas quando um sistema que te dá brechas para tornar a experiencia mais lúdica, na MINHA OPINIÃO, eu consigo extrair melhor a diversão dos meus jogadores.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Siga o Mestre: Quando começa o Roleplay e a piada termina.

Olá Rpgistas, Rpgeiros e Jogadores de dados profissionais e amadores. Este que vos fala é Mackoy, ele é mais Nerd do que Dendê, rolador de dado amador, sua primeira paixão consistiu numa personagem de TV(Quem nunca foi apaixonado pela Sheila de Caverna do Dragão?) e agora é o novo colaborador deste blog. Para começar por que não criar uma coluna para ajudar e acrescentar, no arsenal do Mestre, dicas e táticas para situações que geralmente acontecem numa sessão de RPG? 
É isso que irei fazer a partir desse post, com uma Coluna chamada Siga o Mestre!
E começar pelo famoso “calcanhar de Aquiles” dos Mestres seria uma ótima idéia. Como lidar com jogadores que não sabem o limite da piada?

Antes de qualquer coisa, você deverá fazer uma análise da situação:
  • O(s) jogador(es) em questão têm atrapalhado realmente o desenvolver do jogo?
  • Em momentos mais interessantes o clima é quebrado devido algum tipo de intervenção?
  • Você já está puto por não conseguir narrar uma simples taverna sem alguma piada sobre o nome que você mesmo inventou?

Se as repostas foram SIM, Houston nós temos um problema em mãos, ou não.
Primeiro temos que levar em conta o tipo de jogo que estamos a interpretar, o personagem do jogador e é claro o universo em questão. Como eu espero que seja de conhecimento de todo mestre, existem alguns certos universos que são realmente mais voltados a comédia, e paródia, feitos especificamente para o tipo de jogo “paspalhão” que todos nós amamos de vez em quando. Quando não se é o caso, e problemas como os de cima começam a acontecer, chega a hora do mestre se questionar se o modo como está desenvolvendo a campanha é a mais proveitosa relacionada aos jogadores, ou se o(s) jogador(res) em questão só estão afim de virar comediante(s) Stand Up.

Solução do Mestre:
Não podemos perder o foco essencial do Roleplay, interpretação e diversão. A comédia em qualquer mesa é o que torna o jogo muito mais divertido, o problema é que devemos saber diferenciar as partes mais densas da história, até mesmo personagens brincalhões devem saber interpretar a morte de um familiar, acho difícil ele falar: “Morreu e nem sequer deixou um loot para contar a história”.
A melhor solução é trocar o foco de jogo para algo mais leve, e mais engraçado podendo assim se divertir mais. Se ainda assim quiser continuar com o jogo obscuro e entrar numa atmosfera mais densa numa campanha, tente montar um ambiente propicio para isso, jogando a noite com uma trilha sonora um pouco mais assustadora. Em último caso converse com os jogadores sobre a hora certa de fazer as pidas(ou simplesmente os mate na primeira oportunidade).


terça-feira, 27 de março de 2012

Baião do Diablo


Continuando com os posts musicais hoje trago a vocês o Baião do Diablo. Música foi criada por Rafael Santos e Ébano Guiraud, dois fãs da série que tinham um objetivo: Conseguir uma Key do Beta Test.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Desculpe por 15 de Maio


Eu sei que eu to abusando em falar de Diablo III aqui no blog. Mas Diablo é a franquia de games que eu mais gosto e esse blog é meu, então eu falo de Diablo nele quantas vezes eu quiser. Hehehe

Brincadeira galera. Mas o hipe para o game esta muito grande, tanto que eu vou dar uma abortada no Batman Arkham Asylum para rejogar os dois primeiros games da franquia antes que o 3º game chegue aqui em casa, eu sei que prometi fazer isso com Mass Effect, mas whatever, vou tentar de novo.

E quando Diablo III chegar? O que eu irei dizer para a minha namorada? Qual desculpa eu darei no trampo? Se você estava com essa mesma pegunta na cabeça então o seus problemas acabaram!
Um dia depois do anúncio da data do lançamento do game, um pessoal resolveu fazer um site chamado SorryForMay15.com (desculpe por 15 de maio). O site gera desculpas e as envia direto para o e-mail do seu chefe ou do seu amor, explicando o porque de suas ausências após o dia do lançamento de Diablo III. Perfeito.

Infelizmente o site só gera respostas em inglês (por enquanto). Já programei respostas para minha namorada. Já o emprego... bem... acho que desculpa não vai dar muito certo... Quem tiver emprego para um publicitário a partir do dia 20 de junho eu deverei estar disponível.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Unboxing Dungeons & Dragons Essencial



Ao chegar em casa ontem tive uma baita surpresa! Tinha acabado de chegar meu Dungeons & Dragons Essencial, lançamento da Devir que traz a controversa linha para iniciantes no RPG e no D&D 4.0 em português.

E no calor da emoção resolvi fazer um unboxing e compartilhar com vocês o que encontrei dentro da Nova Caixa Vermelha.

Espero que vocês gostem do vídeo


domingo, 15 de janeiro de 2012

...e Mass Effect 3 longe do Steam



Agora deu cagasso. Enquanto Diablo III está a poucos passoster o seu lançamento oficializado para os consoles, Mass Effect 3, segunda continuação de um dos melhores títulos dessa geração está fora da Steam, plataforma de venda de games digitais da VALVE.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

D&D Essencial aqui no Brasil em Janeiro



Estou um pouco afastado das mesas de RPG por esses dias, e acabei me afastando também das noticias até que me deparo com uma novidade no mínimo inusitada.
A Devir vai publicar aqui no Brasil o Kit Introdutório Dungeons & Dragons Essencial. Este é o primeiro produto da linha que direcionada a jogadores que estão ingressando pela primeira vez no universo de D&D. Na caixa contém os seguintes itens:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

É Amanha! World of Warcraft chega finamente ao Brasil

Finalmente chegou o momento que todos esperavam. Amanhã será lançado oficialmente o World of Warcraft aqui no Brasil. E para comemorar a Blizzard irá realizar um baita de um evento em São Paulo (óbvio). O evento contará com a equipe da Blizzard Entertainment em noite de autografos, concursos de danças e conhecimento além de muitos cosplays.

O jogo será 100% localizado, ou seja, 100% em português do Brasil incluindo dublagens. Claro que nem tudo são flores e como o aconteceu em outros jogos, os nomes de lugares e alguns nomes próprios também foram "traduzidos" o que irá causar alguma estranheza para quem já conhece lugares como Stormwind que virou Vento Bravo e o clan Hellscreen que ficou Grito Infernal.

Mas isso não chega a estragar o Hipe da coisa que além de ter sido traduzido para o português, que irá facilitar o acesso ao conteúdo do jogo para quem não tem intimidade com o inglês, o jogo também terá um relaxamento nos preços, já que a mensalidade aqui para os brasilieros custará apenas R$15,00 conto.

Para que mora na Capital do "Onde tudo acontece" do Brasil, o evento será realizado na Casa das Caldeiras a partir das 20h. A entrada é franca mas chegue bem cedo pois um dos avisos da Blizzard foi "NÃO TERA LUGAR PARA TODO MUNDO.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pocket Dragon – Joguei e Gostei

A proposta do Pocket Dragon, uma versão super-resumidona do xodozão Old Dragon, é ter um micro sistema para ser utilizado em momentos que se necessita de uma que coisas diretas e menos complexas na hora de jogar. Segundo os desenvolvedores, ele é feito especialmente para partidas online e para o pessoal que tá de bobeira, no osso do RPG e ai chega o mestre e diz: – Olha o que eu achei no meu Bolso.
E foi exatamente isso que aconteceu comigo aqui em casa um dia desses. Estava eu e a minha trainee de nerd (já que ela me chama de trainee de marido) arrumando o humilde AP quando recebemos uma visita inesperada (MESMO) de um casal de amigos (NERDS). E agora o que fazer? Eis que então eu tive a ideia de puxar do bolso a minha versão impressa do Pocket Dragon e em menos de 10 minutos eu estava mestrando uma aventura.
Eu havia imprimido o Pocket Dragon para poder inserir a minha Trainee no mundo do RPG de mesa (os de PCs e consoles ela está indo muito bem, já que ela está quase terminando o Neverwinter Nights e já tem sua própria conta doWoW). Contudo os únicos módulos que eu tenho aqui são os de D&D 4E, que apesar de bastante diretos, eu achei que poderia ser muito conteúdo de regras para ensinar para uma pessoa que nunca teve contato com RPGs de mesa.
Iniciei uma aventura solo, joguei apenas uma noite com ela, e fui explicando aos poucos como se joga um jogo de mesa. O objetivo não era ensinar a mecânica de regras e sim como se comportar na mesa de jogo, questões de interpretação e mostrar como guiar as ações e escolhas dos personagens. Para isso o sistema funcionou muito bem já que as regras são basicamente para guiar combates o resto ficou mais aberto para improvisações (sem mesmo que o jogador percebesse). Mas por conta desse dinamismo, os momentos de combate e rolagem de dados qualquer ficaram muito rápido, tirando um pouco da tensão que certos momentos exigiram. Muito disso foi por conta do jogo ser solo: apenas duas pessoas pensando, uma contra a outra, jogando dados.
Contudo, voltando à história da visita inesperada, coloquei o casal de amigos na aventura solo. A criação dos personagens foi quase que instantânea e a adaptação da aventura de uma para três personagens foi bastante intuitiva o que enriqueceu muito o jogo. O problema da rapidez nas rolagens de dados foi resolvido e jogo foi muito divertido.
O mais legal foi o feedback que eu recebi da minha trainee. De forma geral ela gostou muito do estilo de jogo só que achou meio estranho não ter testes de força, destreza ou carisma, já que o sistema não possui os atributos clássicos.
Basicamente o Pocket Dragon atende e muito bem a ideia proposta: Uma opção rápida para improvisar uma aventura em um momento em que todos estão desprevenidos.
Irei voltar ao universo old school nos próximos dias no evento OD Day 2011, onde irei mestrar a aventura especial do vento utilizando o módulo completo vermelhinho, o Old Dragon.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mass Effect 3: O fim está próximo.


O fim da mais esperada trilogia da Bioware está próximo a se concretizar. Mass Effect invadiu a galáxia dos gameplayers em 2007 quando primeiramente lançado para Xbox 360, e desde então não parou de expandir seus horizontes.

O enredo do primeiro jogo se passa no ano de 2183. Assumimos o controle de Shepard, capitão de uma tripulação de elite, que é mandado em missões de exploração pela galáxia em uma nave espacial, chamada Normandy. O que chama a atenção na franquia é o fato de podermos fazer escolhas que irão afetar o curso da história, de forma positiva ou negativa. Criando assim uma cronologia entre os os jogos, usando os saves, feito especialmente pelos próprios jogadores.





Como toda história tem um fim, a de Shepard e sua tripulação vai chegar ao clímax em Mass Effect 3 chegando em 6 de março de 2012 para PS3, Xbox 360 e PC. Com uma novidade, modo multiplayer estréia no novo jogo trazendo os fanáticos ao delírio!



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Fallout


Ola galera! Esse é um artigo que eu escrevi sobre Fallout, o primeiro game da série, para o blog Pé de Pizza. Espero que gostem
E para começar iremos viajar para o futuro pós-apocalítico de Fallout. Lançado em 1998, Fallout faz parte de uma das melhores safras de jogos de RPG para PCs e tinha como contemporâneos clássicos como Baldur´s Gate e Diablo.
Em Fallout, o mundo está devastado após guerra nuclear entra e China e os EUA em 2077. Você faz parte da primeira geração de sobreviventes da guerra que se refugiaram em abrigos nucleares chamados de Vaults. Você nasceu e foi criado dentro de um desses abrigos (o Vault de número 13). As pessoas vivem de forma pacífica dentro desses abrigos, reciclando o próprio lixo e purificando a água. Mas de uma forma inexplicável o chip responsável pela purificação da água (water chip) quebra e seu Vault ficará sem água em alguns dias. Então você é incumbido da tarefa de buscar um novo chip e trazer ao seu vault. Você será o primeiro a sair do Vault 13 desde o inicio da guerra nuclear e muitas surpresas o aguardam.
O grande barato de Fallout é que, apesar dele se passar no século XXII, sua história e seu conceito artístico tem como base o período da paranoia nuclear da década de 50, quando os EUA viviam uma tensão de uma eminente guerra nuclear devido à existência de misseis nucleares da União Soviética em Cuba. Com base nesse momento da historia, todos os personagens, equipamentos eletrônicos, cenários e principalmente as músicas tem essa característica retro.
Após sair da Vault 13, o jogador deve viajar pelo mundo buscando informações para obter outro Water Chip e salvar os sobreviventes de seu abrigo. Nessas viagens o jogador pode interagir por diversos habitantes de um mundo cheio de problemas, e cabe a você ajuda-los a resolvê-los. Aliado a uma boa dose de humor negro, Fallout empolga também pelas diversas formas de resolver o mesmo problema. Você pode tentar convencer um morador de uma vila a não matar o cachorro barulhento ou você mesmo faz isso por ele, pode fingir ser bandido e ajuda-los a acabar com um grupo rival ou pode resolver todos os problemas na base da pancada. Por sinal, outra característica marcante do game é a ultraviolência, afinal, não é todo game do mercado em que é possível esquartejar um inimigo com uma mega-metralhadora.
O sistema de combate é outro ponto positivo do jogo, o que acaba torna o game ainda mais viciante. A estrutura do combate é baseada em turnos onde o personagem possui Action Points (pontos de ação) que irão ditar quantas e quais ações ele poderá realizar a cada turno. Uma dessas ações é poder mirar em qual parte do corpo do inimigo você deseja desferir o golpe, podendo mirar nas pernas, nos braços ou até mesmo na cabeça, e caso acerte pode causar danos específicos, como incapacitar o inimigo de andar ou coisas assim.
Infelizmente o game também é muito lembrado pelos seus bugs, principalmente quando você sai de um mapa para o outro, ou quando um NPC impede que você prossiga o seu caminho. Mas nenhum deles é um problema extremamente grande para evitar que você que ainda não conheça o game. Fallout foi vencedor de diversos prêmios, foi nomeado #4, #10, #13, #21 e #7 na lista dos melhores jogos de todos os tempos pela PC Gamer em 2001, 2005, 2007, 2008 e 2010, respectivamente. Foi eleito em 5º lugar em 2007 e #19 em 2009 na lista da IGN "Top 25 PC Games of All Time". Ele ficou em #55 no "IGN Top 100 Games of All Time" de 2005 e #33 em 2007. PC Zone nomeou-o #21 na sua "101 Best PC Games Ever" em 2007.
Fallout foi introduzido no "Hall of Fame" nos respectivos sites Computer Gaming World, GameSpot, GameSpy e IGN. Também foi nomeado "RPG do Ano" pela GameSpot, em 1997, e ficou em sexto lugar na lista da Game Informer de 2008 do "Top 10 Video Game Openings".
Em 1998 Fallout ganhou uma continuação, Fallout 2, mas essa não apresentou praticamente nenhuma inovação tecnológica. Já a segunda continuação, Fallout 3, agora nas mãos da Bethesda Softworks, foi lançado em 2008 e utiliza a mesma tecnologia de The Elder Scrolls IV: Oblivion, e também foi aclamado pelo público e crítica. O ultimo lançamento da série é Fallout: New Vegas, lançado em 2010.
Não perca tempo, acesse o google e procure alguma versão genérica do Fallout. É muito difícil encontra versões originais do jogo e se você realmente virar fã você pode comprar Fallout 3 para seu PC, Xbox360 e PS3. E não se esqueça: War... War never changes