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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

World of Warcraft: O Jogo de Aventura - Eu quero!


Enquanto eu estava me roendo por dentro pelo fato de ainda não ter conseguido comprar O Um Anel, clamado RPG que foi recentemente lançado em versão nacional, a Devir me surpreende com o lançamento de World of Warcraft: O Jogo de Aventura, o jogo de tabuleiro do fodastico MMORPG da Blizzard.


Na caixa de World of Warcraft: O Jogo de Aventura contém o Livro de Regras; o Tabuleiro de Jogo; 16 Cartas de Personagem; 92 Cartas de Habilidade; 48 Cartas de Missão; 16 Cartas de Troféu; 160 Cartas de Desafio; 3 Dados especiais; 4 Figuras de Plástico; 10 Marcadores de Encontro; 20 Marcadores de Descoberta; 32 Marcadores de Dano; 4 Marcadores de Mochila; Marcadores de Diário de Missões; 36 Marcadores de Personagem; 4 Suportes de Baralho.

Ele pode ser jogado por 2 a 4 jogadores e as partidas duram em média entre 90 e 120 minutos, o jogo está totalmente traduzido para o português e é indicado para maiores de 14 anos.


O jogo já esta a venda na loja virtal da Devir por R$162,00 e com frete grátis. Infelizmente o Um Anel ficara para próxima, junto com meu almoço e a viajem de carnaval, porque EU ESTOU PREPARADO!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Cansei de contar quadrados. Vou voltar para o d20 Old School


Em 2011 resolvi mudar de vida. Joguei tudo para cima e me mudei para o interior, deixando família, amigos e namorada na capital com o objetivo de prosperar em uma cidade que já está prosperando. Após alguns meses, batendo papo com um dos meus primos nerds pela internet, surgiu a possibilidade de encurtar a distancia e amenizar a saudade: "Vamos montar uma mesa online de RPG". Havia muitos anos que eu não mestrava. As idéias transbordando pela cabeça, o grupo já formado, mas então veio a dúvida: Qual sistema irei utilizar?

Eu tinha ouvido falar que há alguns anos sobre o lançamento da 4ª edição do Dungeons & Dragons, RPG por qual eu comecei e mestrei todas as minhas campanhas, lá no D&Dzinho da Grow, passando pelo AD&D e finalizando ainda na edição 3.0 (quando saiu a versão 3.5 eu já tinha parado). Então resolvi arriscar: Se for para recomeçar que seja do zero! Comecei a pesquisar sobre a edição, ver os feedbacks dos jogadores, ler comentários, reviews e reportes de sessão. Muitos estavam entusiasmados com o retorno da jogabilidade do D&Dzinho, outros enfurecidos porque o sistema ficou truncado, recheado de regras que tornaram o jogo mais parecido com um wargame. Escolhi seguir pelo caminho do pessoal que havia gostado do sistema e resolvi dar uma chance a ele.

Comprei o livro, comecei a ler e a empolgação só aumentava: "É um MMORPG de papel! As classes são definidas por funções!". Pra mim, que tinha passado os últimos anos viciadasso no World of Warcraft, era um prato cheio ter um RPG tradicional de mesa recheado de características de um MMORPG. O livro do Mestre é revolucionário. Nunca foi tão fácil pensar e montar masmorras, criar encontros, pensar em estratégias de combates e etc. Em pouquíssimo tempo tudo estava pronto para começar a jogar e a expericencia inicial foi otima.

Ferramentas úteis, poderes super-bacanas para todos os lados, lutas bem equilibradas, xp rolando solto, personagens upando. Tudo muito empolgante, mas aos poucos eu estava começando a sentir falta de alguma coisa, talvez porque eu estava mestrando online. Arranjei um grupo aqui na cidade e, como o objetivo de testar o sistema e as minhas habilidades como mestre, resolvi repetir a mesma aventura. Fiz um battlegrid, providenciei tokens impressos, dados novos, argolas de tampinhas de refrigerante para representar as marcações e poderes, assinei o D&D Insider para ter acesso a mais ferramentas e publicações, baixei aplicativos para celular e o escambau. Mais uma vez o inicio foi empolgante, batalhas rolando solta, xp adoidado e a galera subindo de nível. Contudo algumas coisas começaram a atrapalhar o andamento do RPG, e depois de 6 meses mestrando tanto online quanto presencial, o rpg parou. Hoje, 6 meses após a última sessão, tendo na minha lembrança as minhas sessões de 10 anos atras e essas últimas eu acho que cheguei a uma conclusão: Cansei de contar quadradinhos.

Mestrando D&D 3.0 "à caralha" (foda-se as regras, o que importa é contar história e dar risada), somente com as fichas na mão, amigos na mesa e idéias explodindo na cabeça, eu pude proporcionar boas aventuras, cenas antológicas lembradas até hoje por quem estava na mesa: Personagens pulando da torre e caindo no lago para escapar da bola de fogo, ou um dos ladinos mas azarados bêbado se aliando aos Orcs para derrubar o próprio grupo, ou até mesmo plot-twists como a grande revelação do real vilão fizeram parte de minhas aventuras de D&D. Essas reuniões e os bate-papos que ela proporcionarão ainda hoje fazem parte da minha vida, tanto que ainda essa semana que passou eu relembrei e recontei histórias de aventuras antigas para amigos novos.

Com a 4e por outro lado tínhamos todos os aparatos para fazer o jogo como descrito no livro: Grid de batalha, cartões, tokens e miniaturas e a assinatura do D&D Insider. Devo assumir que essas ferramentas facilitaram infinitamente o trabalho do mestre. O pré-jogo era um negócio muito divertido, o ritual para montar os encontros, com combates e armadilhas. Contudo o jogo ficou demasiadamente prático e matemático demais. Basicamente o jogo ficou: contar quadadrinhos, jogar dados e causar danos e contar quadrados. Muito desse marasmo se dá, talvez, pelo meu hiato como mestre, já que passei muitos anos sem jogar, e talvez pelo meu amadurecimento, já que há 10 anos atrás eu tinha desprendimento social de fazer coisas (como brincar de corre nú bebado pelas ruas da cidade) que talvez eu já não faça hoje. Esse talvez seja o lado ruim da vida adulta.

Por outro lado pode ser sim um problema do sistema truncando, que te prende ao livro de regras por elas serem tão bem explicadinhas e faça você esquecer todo o resto do que realmente envolve o RPG. Tive um pouco dessa certeza ao ensinar a minha digníssima a jogar RPG. Para isso eu escolhi o PocketDragon, versão de bolso o sistema BR Old Dragon. Eu poucos minutos desenvolvi uma aventura  solo muito simples para ela, onde as regras eram adaptadas na hora de usa-las. Poucos minutos depois um casal de amigos chegou em minha casa, se juntaram a ela e a diversão foi até tarde da noite. Fiquei animadasso, tentei inserir o 4e nessa galera mas a coisa não fluiu.

E agora, com a necessidade de voltar ao mundo de fantasias aflorando, resolvi tirar da prateleira o livro do Tormenta RPG, que eu havia comprado há uns dois anos por ser muito fã do cenário, mas que acabei não jogando. Folheando as páginas fui voltando comecei a voltar tempo, lembrando da época em que as regras eram deixadas de lado e pensando mais na diversão e nas besteiras de rolavam em uma mesa de RPG, ainda mais em um cenário mais galhofado como Tormenta (onde todas as minhas melhores aventuras se passaram).

De fato o que muita gente vai dizer por ai que o que faz uma boa mesa de RPG não é o sistema, mas sim o mestre e os jogadores. Em parte isso é verdade (já que um dos fracassos da minha experiencia com 4e foram jogadores que queriam levar a coisa muito na ponta do lápis) mas quando um sistema que te dá brechas para tornar a experiencia mais lúdica, na MINHA OPINIÃO, eu consigo extrair melhor a diversão dos meus jogadores.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Carnanerd 2012



Chegou o carnaval. Por mais nerd que seja, no carnaval nós nos despimos de estereótipos sociais e todos fazemos parte da massa que cultua, acima de tudo, a carne, o álcool e o Axé!

PORÉM nem tudo são flores. Devido a problemas contratuais eu fui escalado para trabalhar em plena segunda-feira de carnaval. Tudo bem que não existe esse negócio de segunda-feira de carnaval, afinal o feriado mesmo é só na terça-feira. O jeito é aproveitar o fim de semana no melhor estilo Carnanerd.
Para preencher o vazio que as ruas cheias de turistas em minha cidade (Salvador) vai deixar eu irei passar o fim de semana (o que sobrou do carnaval) no interior do interior da Bahia, um lugar chamado Timoteo.

Na mochila estou levando
  • Dungeons & Dragons Essencial – Tentarei fazer uma sessão teste com outros nerd que, diferente de mim, não sabem o que estão perdendo em Salvador e resolveram me levar para esse lugar inóspito.
  • World of Warcraft TCG – Se a galera não se empolgar com o D&D, excluirei todo mundo e invocarem o brodagem que cola comigo nos PVP no cardgame do WoW.
  • Intensivão Gears of War – Outro broder, canal responsável pelo carnaval do meio do nada (coloca Timoteo, Bahia no google – e releve as fotos do Agnaldo), vai fazer o favor de levar o Xbox360 dele e a coleção Gears of War (recomendação minha) para que possamos zerar os 3 games em uma única sentada.
  • Mass Effect – se eu ficar de saco cheio de tudo e de todos eu vou tocar o foda-se, ligar o notebook e seguir com minha saga de terminar o Mass Effect 1 e 2 antes do lançamento do 3, mas que está praticamente impossível de acontecer já que eu ainda nem cheguei na metade do primeiro e o terceiro game da série será lançado em 2 semanas.
Segunda eu to de volta, com o chicote estalando nas costas, mas ainda sim curtindo o melhor do carnaval, pela internet!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

É Amanha! World of Warcraft chega finamente ao Brasil

Finalmente chegou o momento que todos esperavam. Amanhã será lançado oficialmente o World of Warcraft aqui no Brasil. E para comemorar a Blizzard irá realizar um baita de um evento em São Paulo (óbvio). O evento contará com a equipe da Blizzard Entertainment em noite de autografos, concursos de danças e conhecimento além de muitos cosplays.

O jogo será 100% localizado, ou seja, 100% em português do Brasil incluindo dublagens. Claro que nem tudo são flores e como o aconteceu em outros jogos, os nomes de lugares e alguns nomes próprios também foram "traduzidos" o que irá causar alguma estranheza para quem já conhece lugares como Stormwind que virou Vento Bravo e o clan Hellscreen que ficou Grito Infernal.

Mas isso não chega a estragar o Hipe da coisa que além de ter sido traduzido para o português, que irá facilitar o acesso ao conteúdo do jogo para quem não tem intimidade com o inglês, o jogo também terá um relaxamento nos preços, já que a mensalidade aqui para os brasilieros custará apenas R$15,00 conto.

Para que mora na Capital do "Onde tudo acontece" do Brasil, o evento será realizado na Casa das Caldeiras a partir das 20h. A entrada é franca mas chegue bem cedo pois um dos avisos da Blizzard foi "NÃO TERA LUGAR PARA TODO MUNDO.